Chris Slade dos AC/DC celebra mais de 50 anos de rock em Lisboa

Mais conhecido por ter gravado um dos temas mais icónicos dos AC/DC, o baterista Chris Slade tem encontro com os fãs de rock numa data única no nosso país.

O “senhor Thunderstruck” sobe ao palco do Lisboa ao Vivo no dia 11 de novembro com a sua banda, os Timeline e promote recordar temas que marcaram mais de meio século de rock n’ roll.

O baterista do País de Gales tem um percurso notável ao ter passado por inúmeros grupos como Uriah Heep, Gary Moore ou o projeto The Firm com Jimmy Page. Chegou também a tocar na banda de David Gilmour dos Pink Floyd.

Um dos pontos altos da carreira acontece em 1989 quando se junta aos AC/DC com quem grava o álbum «The Razor’s Edge» editado no ano seguinte. O seu famoso kit com dois enormes bombos laterais marcaram a história do rock imortalizado na gravação do concerto da banda australiana «Live At Donnigton». A seguir junta-se a Carl Palmer no grupo de rock progressivo Asia.

Em 2015 regressa aos AC/DC para acompanhar a tour mundial do grupo que passou por Lisboa em 2016.

Para além do baterista, os The Chris Slade Timeline são formados por Paul Davis, Steve Glasscock, James Cornford, Michael J Clark e Andy Crosby.

Os bilhetes já estão disponíveis no locais habituais e têm o preço único de 25 euros.

Abaixo podemos ver um pequeno trailer sobre o que podemos esperar no concerto em novembro:

SUGERE

Há algo que não está bem neste artigo? Envia-nos um email: info@soundspread.pt

COMPARTILHAR
Artigo anteriorHalloween reedita o single “S.O.S. Mundo”
Próximo artigoEDP Vilar de Mouros Dia 3: O (glorioso) regresso dos ratos! 

Antropólogo, aspirante a músico mas o que move é a paixão pelo jornalismo. Os conhecimentos adquiridos no curso de Antropologia fizeram abrir horizontes e pensar “fora da caixa”, algo que faz falta em qualquer área de trabalho. O fascínio pela música faz sentir-se também nesta área e nesse sentido o principal interesse é pelo jornalismo musical. Com passagens pelo universo da rádio e da televisão, não descarta qualquer meio audiovisual para fazer uma reportagem.